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Ratinho Jr envia à ALEP a mensagem para a reposição salarial dos servidores do Poder Executivo

A proposta prevê 2% de reposição a partir de 1°/1/2020. A mensagem n° 36/2019 foi lida no expediente de hoje (12/08) na Assembleia Legislativa.
12/08/2019

A mobilização conjunta dos servidores públicos do Paraná, na luta pela reposição salarial, gerou resultados. O FES realizou inúmeras reuniões com os representantes do governo e comprovou que existe, sim, condições financeiras para a reposição salarial das perdas acumuladas (17,04%) pela inflação, pelo menos referentes aos últimos 12 meses (4,98%).



Bode na sala - além de se negar a repor a data-base, o governador passou a dizer que os servidores teriam recebido "reajuste" de até 33,9% nos últimos três anos. Saiba mais: clique aqui.  Além disto, o governo mandou para a ALEP o famigerado PLC 04/2019 que pretendia congelar por 20 anos as carreiras dos servidores públicos estaduais.



A luta - o FES organizou três grandes atos públicos (29/04, 01/07 e 09/07); articulou audiência pública e deu início à greve estadual que atingiu todas as categorias de servidores. Além disso, passou a denunciar a política de renúncia fiscal (R$ 55,3 bi) de Ratinho Jr, sucessor de Beto Richa.



O governo voltou atrás e apresentou proposta de reposição salarial de 5,09%, parcelada em três vezes e a retirada do PLC 04/2019. A maioria das categorias voltaram da greve, excetuando cinco universidades que permanecem paralisadas por causa do anteprojeto de Lei Geral das Universidades - LGU, que ainda ameaça destruir a autonomia universitária.



Depois disto, ofereceu, separadamente, o pagamento das promoções e progressões para as categorias da Segurança Pública, o que gerou duras críticas (leia aqui). Então, o governo passou a promover, no Palácio Iguaçu, cerimônias de concessão de promoções e progressões para as demais categorias. Como se não fosse um ato corriqueiro, previsto em lei.



Sem pestanejar - o SINDISEAB alerta as categorias de base quanto à necessidade de continuarmos mobilizados. A nossa luta dá frutos, mas a intenção política de destruição dos serviços públicos é evidente. Portanto, temos que estar preparados caso o governo volte a ameaçar nossos direitos.



Avanços da greve até aqui:

* retirada do PLC 04/2019, que congelava as carreiras por 20 anos;

* retirada das condicionantes: 01) fim das Licenças Prêmio 02) pagamento de parte da data-base desvinculada da evolução da receita, ficando 2% em jan/2020, mais 1,5% em jan/2021 e jan/2022;

* garantia de renovação dos contratos de professores temporários da UEM.

* prorrogação da discussão do anteprojeto de Lei Geral das Universidades - LGU para até 30 de agosto.



Mobilizações em todo o país - amanhã (13 de agosto) tem ato público da Greve Geral da Educação e o Dia Nacional de Mobilização contra a Reforma da Previdência e em Defesa da Educação Pública, e de Emprego. Em Curitiba, a concentração está marcada para às 18h00, na Praça Santos Andrade.






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